A REVISTA VEJA Nº 2175 DE 28 DE JULHO DE 2010, sob o titulo 'OBREGAAADO, JUSTIÇA!"
Nos brinda com uma reportagem sobre esta desgraça que Maluf, consegue ser. Este marginal de nossas vidas, o que nenhum outro consegue - é cinico, prepotente, cheio de si, para não dizer outra coisa...
Mas o que mais nos estarrece é que um Ministro do Supremo Tribunal Federal, órgão máximo da Justiça deste país, se dá o luxo de ser um "garantista", segundo seus pares, isto é, os acusados têm direito a ampla e irrestrita defesa, portanto seus processos levam anos até a prescrição. O Senhor Lewandowski prefere que o acusado não seja julgado do que faze-lo cumprir o que determina a lei, para aqueles que procuram atrasar os julgamentos, incluindo-se aí os advogados de má fé. Seus próprios colegas dizem que o magistrado pode agir diferente, pois tem o direito de exigir e evitar que o direito transforme-se em abuso e impeça o funcionamento da justiça.
Neste país onde até a justiça tem tido casos de corrupção, o que pensar de um juiz da alta corte, que assim age? Duas prescrições já se deram a terceira está por dias e a quarta se dará em 2014.
Todo o trabalho que este marginal tem dado, o gasto pecuniário realizado, que corrói as verbas que podem ser melhor aproveitadas, são atributos da ineficiência de uma consciência não muito clara para o estofo de um juiz da Suprema Corte de um país, seja ele qual for.
Países como Suissa, França e Estados Unidos, foram mais celeres com processos do infrator.
O exemplo Maluf, desdobra-se para figuras já bastante conhecidas: Joaquim Roriz, Romero Jucá, Jackson Barreto e Neyde Aparecida.. Haja vaselina...
terça-feira, 27 de julho de 2010
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