Os donos da bola - Havelange, Blatter e Teixeira não resistiriam a uma Lei da Ficha Limpa.
O futebol à beira da falência, no Brasil e no mundo.
A ficha deles não é limpa. Desde a presidência de João Havelange, a FIFA faz, negócios suspeitos
alega fair-play.
Os clubes mais prestigiosos da Europa estão falidos; o Manchester deve 820 milhões de euros; o Real Madri deve, 800 milhões de euros, o Barcelona deve meio bilhão de euros, o Internacionale de Milão deve mais de 430 milhões, o Milan deve 380 milhões - e a maior parte destas dividas e de "ordenados".
O futebol está na falência, mas a entidade presidida por SEPP BLATTER navega em ouro.
Os chefões da FIFA, nunca foram tão ricos, segundo o jornalista investigativo, Andrew Jennings, a estrutura da Fifa é igual a uma organização mafiosa. O lider forte, foi João Havelange, hoje é Joseph Blatter, que foi seu melhor aluno. O sistema de lavagem de dinheiro para dispensar propina foi garantido pela ISL, sociedade que nos anos 90 gerenciou o marketing e direitos de TV para a FIFA.
A unica diferença entre os mafiosos e o pessoal da FIFA é as fotografias deles com Obama, Putin, Sarkozi, Angela Merkel, Gordon Brown etc. A melhor proteção que mafioso gostaria de ter.
Em 2009 a Fifa superou o bilhão de dolares. Recorde absoluto, uma "administração financeira, impecável e clarividente" - Lucros que chegam a 169 milhões de euros. Dois, são seus principais suportes, os patrocinadores que pagam importâncias milionárias para ver associada sua logomarca a FIFA e a TV. Os grandes interessados, na Copa da África, deixaram nos cofres da FIFA, 2,5 biliões de dolares. Um recorde absoluto. Boatos de corrupção relacionados a Joseph Blatter e com seu predecessor Havelange, e acima de tudo um processo na Suissa em 2008, em razão da falência da ISL, onde as acusações e propinas milionárias destinadas a altos dirigentes do COI - Comite Olímpico Internacional e da própria Federação.Quando a ISL, quebrou, os negócios da COPA foram assumidos por uma sociedade domiciliada em Zug, na Suissa, e um dos sócios chama-se PHILIPPE BLATER, neto do chefão.
Na Suissa, por sua legislação era possível pagar a dirigentes do mundo esportivo em consultoria, sem incorrer em crime de corrupção. Dai o jornalista citado demonstra o quanto se distribuía a dirigentes das Federações e Confederações da América do Norte, Central e Caribe. E já há indícios de trama quanto a Copa Brasileira. Vamos ficar espertos - o palhaço aposentado está de olho....
quarta-feira, 11 de agosto de 2010
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